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Mundo AEC - Blog Oficial sobre AEC da Autodesk Brasil

WEBINAR – Um jeito melhor de projetar pontes e viadutos usando o InfraWorks 360

Gustavo Paula
20/10/2016

WEBINAR: A abordagem principal

Grandes projetos de infraestrutura hoje em dia devem consistir em um plano principal com múltiplas pistas e conexões. Durante o pré-projeto, a equipe precisa colaborar através de múltiplos locais e disciplinas a fim de se preparar, tecnicamente e financeiramente, alem de propostas para financiamento, e orçamentação, para procurar financiamento em um mundo cada vez mais concorrido. Se bem sucedido, o desafio encarado durante o detalhamento da fase de projeto, fabricação e construção não são tão intimidadores e aceleram o processo tanto de aprovação ambiental quando de execução.

Por exemplo, um engenheiro especialista em pontes talvez olhe para os alinhamentos da rodovia e estabeleça locais adequados para a subestrutura e testa algumas opções de subestruturas viáveis ao projeto que reflita o correspondente vão, assim como o tipo de construção que seria apropriado para o devido lugar.

Em seguida, para validar esses conceitos, um número dos modelos de análises independentes poderiam ser desenvolvido, desde o mais simples até o modelo mais complexo. Frequentemente, os resultados dessas análises podem ser importados para várias planilhas customizadas para realizar os detalhamentos, checando aspectos para validar os requisitos do projeto.

Uma vez que o processo do projeto é suficientemente avançado, o tempo perdido para criar os desenhos do projeto perde o lugar. Na maioria dos casos, essas tarefas ainda continuam dependendo do domínio do mundo do CAD 2D. Além disso, cada vez mais nos dias de hoje, os modelos 3D, detalhados e separados, precisam ser criados para apresentar a visualização do projeto para todas as partes interessadas.

Acima do fluxo de trabalho, enquanto alguns dos softwares de etapas “independentes”, como os de análises estruturais, podem ser poderosos e sofisticados, e as limitações fundamentais não evoluíram de fato nas últimas décadas. Na maioria dos casos, investigando até mesmo as menores variantes dos projetos, assim como números diferentes de vãos ou vigas, muito menos mudanças como os tipos das superestruturas, usualmente requer um para começar tudo novamente. A principal abordagem para o combate desses desafios simplesmente não é suficiente.

Outra consideração é que para convergir para as melhores soluções (levando em consideração questões estéticas, técnicas e financeiras), isto poderia ser benéfico para mudanças logo quando o projeto ainda está no estágio inicial, permitindo a exploração do conjunto mais amplo das opções de viabilidade. As decisões correspondentes poderiam ter um impacto melhor, durante o estágio de detalhamento de projeto, se você tiver opções mais amplas de escolha prematura no inicio do projeto. Infelizmente, no tradicional fluxo de trabalho, a equipe e esforços requeridos para desenvolver um projeto deixa pouco espaço para essa mudança se elas forem feitas nos sistemas tradicionaiis.

Uma abordagem melhor – BIM e pontes/viadutos

Na indústria de construção vertical, o uso do BIM (building information modeling) já se tornou uma norma. Equipes multidisciplinares podem usar ferramentas como o Autodesk Revit  para o fluxo de trabalho do projeto, muito mais eficiente do que era no passado.

Para os projetos de infraestrutura, a escala de projetos assim como as complexidades da geometria inerente das estruturas, funcionam para os mais variados propósitos.

A  Autodesk está formatando o poder do cloud computing para oferecer uma maneira melhor para se trabalhar esses tipos de projetos. Assim, a Autodesk está dando um passo para trás e olhando para o panorama geral ao invés de apenas as aplicações individuais, em isolado. Neste caminho, a Autodesk irá permitir que os usuários criem e modifiquem diferentes aspectos dos dados do modelo de um modo coordenado.

Começando com o Infraworks 360 da Autodesk, modelos para o projeto inteiro podem ser rapidamente configurados, como agregar dados de elevação do terreno, imagem aérea, pontos de nuvem, infraestruturas existentes e provavelmente, um número de recursos de dados “de emergência” para o futuro. Isto fornece equipes com um contesto rico de configurações para explorar várias opções de uma maneira colaborativa e multidisciplinar.

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No caso das pontes, engenheiros experientes em projetos podem liderar o processo, interagindo diretamente com os parâmetros totais e componentes dinâmicos dos modelos. Eles podem diretamente aplicar suas experiências passadas e conhecimentos para criar e modificar os parâmetros relevantes que define os componentes das pontes, como: definir o tipo de superestrutura de ponte, o número de linhas de vigas, o número de pilar da ponte, o tipo da fundação; graficamente mais ou enviesar um pilar, para refletir no contraste do canteiro; ajustar qualquer um dos parâmetros expostos nas vigas, assim como a dimensão das colunas ou da pista. Rapidamente vê de relance, o detalhamento de quantidades para a viga selecionada, superestrutura versus subestrutura, ou a ponte como um todo, independentemente das complexidades geométricas. Com a alavancagem, o poderoso e sólida capacidade de modelagem da Autodesk, os usuários podem melhorar as bibliotecas disponíveis, criando seus próprios parâmetros para os componentes de ponte.

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Em ordem para fornecer aos usuários orientação durante os estágios de opções da ponte, a viga da sua superestrutura pode ser analisada e checada com cloud based services que influencia as capacidades do Autodesk Structural Bridge Design (ASBD). No caso das vigas que sofrem um “pré-esforço”, sempre quando possível com uma disposição adequada, ela assim identifica que satisfaz os requisitos das normas. Capacidades similares são planejadas para gerar linhas de vigas ou modelos de elementos finitos adequados para análise e checagem de vigas de chapa de aço, e vigas de concreto conforme os requisitos ASHTO LRFD 7. Mais além, no futuro, com o melhorado e novo Autodesk Forge cloud platform, parceiros de software, que fazem análises estruturais poderão usar o modelo BIM da Autodesk para extrair suas próprias representações de análises, e fornecer capacidades mais avançadas e especializadas.

Enquanto a modelagem de pontes pode parecer simples, em virtude do fato que os componentes subjacentes são baseados em parâmetros geométricos precisos. Eles podem progredir no sentido de detalhamento de projeto, sem ter que ser recriado. De fato, um modelo completo pode ser rapidamente aberto no Autodesk Civil 3D ou no Revit, onde o resto da equipe de projetistas e técnicos podem completar o detalhamento da modelagem. Posteriormente, para ter o requerimento das geometrias complexas das estruturas civis, em geral e pontes em particular, um número de melhorias está sendo desenvolvidas hoje dentro do Revit. Isto irá permitir que usuários modelem, reforçando as propriedades metálicas e das dimensões estruturais dos componentes que tem um formato geométrico complexo. Mais adiante, melhorias também estão sendo feitas, para ter um elevado nível de detalhamento para estruturas metálicas, incluindo conexões. Com todas essas melhorias, criar um modelo vivo do seu projeto se torna possível.

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Com a ajuda de cada detalhamento e refinamento dos modelos, as plantas de construção podem ser efetivamente criadas e os modelos podem ser melhorados em diferentes fases do ciclo de vida do projeto. Enquanto muito mais pode ser dito, no chamado BIM para domínio de campo, apenas a habilidade de exportar escalas de vergalhões e estruturas metálicas de modo coordenado para o fabricante e para o estágio de construção apresenta muitas vantagens.

Esta abordagem global de BIM irá permitir que as equipes façam pequenas, e grandes, alterações no conceito ou em um estágio de detalhamento do projeto sem ter retrabalho ou ter que começar tudo de novo. Deixando claro que várias soluções da Autodesk trabalham harmoniosamente juntas com uma central de dados, a carga e a tensão de tentar manter os dados sincronizados se tornou um artefato do passado.

Quer saber mais? Veja o Webinar sobre Projetos Conceitual para Pontes e Viadutos

Fonte: http://bimontherocks.com/bim-and-bridges/

 

Gustavo Paula

Estagiário da equipe técnica AEC da Autodesk Brasil, estudante de Engenharia Civil na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Antes de estagiar na Autodesk, trabalhou em obra, de um projeto residêncial, acompanhando as etapas e recursos necessários para condução dos trabalhos da equipe de obra.

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