Autodesk anuncia parceria estratégica com a Open Design Alliance para acelerar melhorias em processos de interoperabilidade

Nesta terça, 22/09, tivemos o prazer de anunciar que a Autodesk acaba de se tornar membro da Open Design Alliance (ODA),  um consórcio de tecnologia sem fins lucrativos especializado em fornecer suporte e acesso a formatos de arquivos de projeto. Essa parceria demonstra o nosso compromisso em proporcionar melhores experiências aos nossos clientes de arquitetura, engenharia e construção (AEC).

Em um dos meus posts recentes respondendo a algumas das críticas construtivas que recebemos de nossos clientes de arquitetura, prometemos fazer um trabalho de escuta mais ativa  e de diálogo aberto, de forma que possamos trabalhar os pontos em que falhamos. Um dos questionamentos, na época, relacionava-se ao progresso dos nossos produtos quanto aos padrões internacionais de troca de dados, especificamente a necessidade de um melhor o suporte ao Industry Foundation Classes (IFC), formato de arquivo aberto cada vez mais utilizado por nossos clientes de AEC. Com a adesão da Autodesk à ODA, vamos acelerar o nosso progresso nesta direção. Os que conhecem a história entre a Autodesk e a ODA entenderão a importância que colocamos em disponibilizar tais funcionalidades aos nossos clientes de forma ágil.

O kit de ferramentas IFC da ODA fornece interoperabilidade IFC completa e flexível para qualquer aplicativo baseado em desktop ou web. Juntamente ao compromisso da ODA em apoiar novos padrões IFC, podemos facilmente integrar novas versões à medida em que elas se consolidem, garantindo um fluxo de dados mais consistente e uma experiência mais rápida e simplificada.

“A ODA dá as boas-vindas à Autodesk como o seu mais novo membro”, diz Neil Peterson, presidente da instituição. “Nossas ferramentas permitirão que a Autodesk forneça suporte de longo prazo para o IFC, e estamos ansiosos para trabalhar em conjunto para garantir que os mais altos padrões de qualidade sejam mantidos”, afirma.

Sabemos que os nossos clientes usam uma variedade de ferramentas para alcançar os seus objetivos. Nosso investimento adicional no IFC permitirá aberturas de troca de dados entre os nossos produtos e outros do mercado. Estamos comprometidos em criar um ambiente onde a colaboração seja eficiente e contínua e, olhando para frente, vislumbramos um futuro onde os nossos clientes serão liberados de trocas de arquivos pesados e abraçarão fluxos de trabalho baseados apenas na transferência dos dados necessários para que sejam alcançados os resultados desejados. Neste futuro, novas formas de colaboração e novos jeitos de criar valor serão a regra, ampliando ainda mais o valor dos dados de projetos ao longo de todo o ciclo do empreendimento.

Nossa decisão de nos unir à ODA é um dos muitos passos que estamos tomando para continuar fomentando uma comunidade aberta e fortalecendo nossas parcerias em todo o setor. Os clientes podem também apoiar este esforço juntando-se à comunidade de pesquisa de produtos Autodesk, que permite o engajamento com as equipes de desenvolvimento da empresa para todos os produtos e está aberta a todos, seja você cliente ou não da Autodesk. Esperamos que você se junte a nós nesta iniciativa e participe, porque o seu feedback é muito importante nesse processo. Acima de tudo, estamos ansiosos para moldar o futuro da colaboração e da interoperabilidade junto com vocês.

Leia o post original aqui.

Mais informações sobre as ações da Autodesk sobre interoperabilidade e colaboração podem ser encontradas aqui.

 

Nossa clara, inequívoca e estratégica opção pela interoperabilidade tecnológica para a metodologia BIM

Autodesk – Brazil Channel Summit 2018 – Ricardo Matsukawa, Fotógrafo

*Por Sylvio Mode, presidente da Autodesk Brasil

 

O mercado de Arquitetura, Engenharia e Construção, está passando por uma mudança brusca, porém positiva. Essa mudança está relacionada ao uso da tecnologia, por meio da metodologia BIM e reescreverá a forma como projetos serão feitos e gerenciados a partir de agora.

Essa mudança terá como ápice local o próximo ano, em que, de acordo com o decreto nº 10.306, assinado em 2 de Abril de 2020, o Brasil adotará o BIM como pré-requisito à contratação de obras de infraestrutura federais. Este importante movimento já tem sido realizado em outros países com resultados positivos, proporcionando ganhos de produtividade, redução  de desperdício de materiais e principalmente transparência na execução de obras públicas.

Apesar da Autodesk ser reconhecida como líder no mercado, não somos a única fornecedora da tecnologia capaz de tornar o BIM possível. Por este motivo temos nos posicionado como defensores, e mais que isso, investimos no diálogo com outros fornecedores, e na interoperabilidade de soluções, com o principal objetivo de beneficiar usuários deste setor e acelerar a adoção da metodologia BIM como vetor de eficiência, transparência e sustentabilidade.

E como temos feito isso?

Temos investido, há anos, em diferentes iniciativas que se baseiam na interoperabilidade, na colaboração e na inovação nos setores em que atuamos.

Mais do que ‘falar de nós mesmos’, apresentamos fatos: Quando falamos de diálogo com demais fornecedores é importante destacar uma das mais importantes iniciativas da companhia: Apoiamos e  patrocinamos o desenvolvimento do formato IFC (Industry Foundation Classes), desde 1994. O IFC é um formato que permite a interoperabilidade de soluções BIM entre diferentes fornecedores. Neste esquema de dados, soluções tecnológicas são capazes de interpretar as informações geradas por outras, independente do software utilizado. Outro fato importante, a Autodesk é também uma das fundadoras, além de membro estratégico consultivo, da buildingSMART, organização responsável pelo desenvolvimento e manutenção de padrões abertos e neutros como o IFC.

Reforçando para enfatizar, a Autodesk não só apoia esta fundamental iniciativa para o que se convencionou chamar de ‘openBIM’(*) como é uma das criadoras e pioneiras, do esquema de dados IFC. Temos este compromisso desde sua criação, somos um de seus principais mantenedores, e fomos a primeira empresa a utiliza-lo, tornando vários de nossos produtos certificados para o IFC.

Entendemos que os usuários de nossas ferramentas necessitam, em muitos momentos, trabalhar com plataformas diferentes. Uma outra forma de tornar a vida delas mais fácil, e consequentemente melhorar o processo de desenvolvimento de seus projetos, é o desenvolvimento de APIs abertas. Para isso mantemos um programa de desenvolvimento de APIs (ADN) através do qual investimos no diálogo entre diferentes tecnologias. Adicionalmente, ressalto, que assim como todos os nossos produtos em suas versões ‘full’, este programa também é de acesso gratuito para fins acadêmicos nas universidades.

Estamos também atentos à democratização do uso ambientes de programação visual como o Dynamo que já está integrado a diversas soluções nossas, e viabiliza o acesso fácil às APIs.

Outro fato que torna claro o nosso posicionamento a favor, e incentivador do diálogo entre diferentes soluções e fornecedores, está , por exemplo, a recente parceria com a Esri, que permite aproximar suas soluções GIS das nossas soluções de BIM. Isto está em nosso DNA e faz parte da nossa missão de agregar valor aos nossos clientes.

Aprendi neste mundo da tecnologia, que dialogar com usuários,  estar atento às suas necessidades, e investir para atende-las, é fundamental para se manter relevante no mercado. Interoperabilidade é uma das principais mensagens recebidas de nossos clientes, e por essa razão, investimos constantemente e somos entusiastas deste conceito. Isso porque, ao final do dia, caberá ao cliente eleger a melhor plataforma, o que geralmente envolve escolher a solução mais democrática, que lhe permita mais opções.

Reitero a posição ética, moderna e centrada no cliente,  da Autodesk,  de estar aberta ao diálogo com outros fornecedores do setor, porque assim acreditamos, e assim querem nossos clientes. A verdade é que esta postura é um dos pilares fundamentais que nos deu a honra de receber, de nossos clientes, a confiança que nos levou a uma posição de liderança sólida e crescente, no Brasil e no mundo, em um setor tão complexo.

Para quem quiser se aprofundar no assunto, convido a acessar este conteúdo aqui.

(*) Não confundir com o termo Open BIM, criado por aqui como propaganda de produto, sem  qualquer fundamento relacionado  ao tema abordado, propositalmente escrito com certa semelhança, que pode gerar confusão e desinformação.

 

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Concremat agiliza projetos em diversas áreas com uso de soluções Autodesk

A Concremat Engenharia e Tecnologia, maior empresa de projetos e consultoria do Brasil*, tem se tornado também uma das maiores usuárias do portfólio de soluções da Autodesk. Desde 2018, a companhia vem fortalecendo sua posição de destaque no mercado nacional com o uso de soluções que agilizem tanto o projeto quanto o gerenciamento de suas obras.

Uma das soluções adotadas pelo setor de projetos de infraestrutura da companhia para agilizar as tomadas de decisões e o processo de elaboração de desenhos foi o Autodesk Dynamo empregado no Civil 3D com COGO Points, pontos georreferenciados com atributos. Os COGO Points são um ótimo recurso nativo do Civil 3D, que possui diversas vantagens de uso, a exemplo da extração de planilhas de dados e quantitativos de cada elemento ou grupo de elementos.

Por meio de programação visual utilizando o Dynamo, é possível inserir os atributos em cada um dos COGO Points, que são locados em um grupo específico. Esses grupos são responsáveis por definir a representação gráfica, 2D e 3D, padronizada pela Concremat, facilitando a visualização e otimizando o tempo gasto na elaboração dos desenhos e dos modelos para detecção de interferências (clash detection). Atualmente, esse processo está sendo utilizado no pós-tratamento dos modelos recebidos de levantamentos topográficos.

Outro grande desafio presente no dia a dia da Concremat é reduzir custos e prazos, sempre mantendo a qualidade de entrega dos serviços. Tendo como uma realidade desenvolver soluções tecnológicas e investindo muito na aplicação da metodologia BIM (Building Information Modeling), a companhia agilizou seus processos na elaboração de desenhos técnicos com a utilização do Autodesk Dynamo no Revit, reduzindo em cerca de 80% o tempo gasto na elaboração tanto de desenhos de fôrma de concreto como de desenhos hidromecânicos em projetos de elevatórias de esgoto.

“A utilização de programação no Dynamo permitiu que a equipe fosse além dos comandos nativos dos softwares, otimizando tempo e atuando nos pontos que eram tidos como repetitivos”, avalia Lucas Cirilo Borba, modelador BIM da área de Estudos e Projetos da Concremat. “Em um dos casos de utilização, os projetos eram realizados em planilhas compartilhadas com os projetistas para a elaboração de desenhos. Com o Dynamo, o processo foi automatizado, reduzindo em 70% o tempo gasto pelo projetista”, afirma.

O conceito BIM também foi utilizado pela Concremat para a idealização de um uso inédito para o Infraworks, software da Autodesk utilizado nas fases de planejamento e concepção de projetos de engenharia. Em busca de mais eficiência na mitigação de riscos, a Diretoria Técnica de Integração e Processos (DTIP) da empresa em conjunto com as unidades de negócio de EPC e Saneamento passou a aplicar o programa para a realização de simulações das etapas de obra.  Usada durante a etapa de licenciamento de um projeto de infraestrutura de saneamento, a ferramenta identificou um volume de terra 10 vezes maior a ser escavado do que o previsto na modelagem tradicional.

A ideia de usar o Infraworks em simulações na pré-obra ganhou impulso na Concremat após a avaliação positiva nas obras do Porto São Luís, no Maranhão. No projeto, foram feitas simulações de terraplenagem e representação do plano de ataque das obras. “Com base no estudo em 2D realizado pela equipe de Estudos e Projetos, o software realizou uma análise visual em 3D das interferências entre as áreas ocupadas do terreno e o plano de terraplenagem preliminar para início dos serviços offshore, auxiliando a definição da melhor solução disponível”, explica Leandro Peres, gerente de planejamento do EPC.

Outra vantagem é a agilidade. Um estudo para definir as vias de acesso para moradores remanescentes ao longo do trajeto de uma barragem apresentou seis possibilidades de traçado de via. “A inteligência da ferramenta conseguiu delimitar as duas vias com a melhor relação custo-benefício e a entrega aconteceu em um prazo 60% mais curto do que no modelo de trabalho convencional”, afirma o coordenador de contratos, Tibério Valsecchi.

“As funcionalidades nativas de modelagem e de importação de modelos da ferramenta, aliadas ao seu poder gráfico, facilitaram a representação e a compreensão do plano de ataque das obras em um curto prazo. A modelagem 3D facilita a visualização das intervenções e o uso da solução nos permitiu visualizar o detalhamento do projeto e reduzir bastante eventuais correções”, complementa o coordenador de implantação da DTIP, Alexandre Praxedes.

 

Energia

Em outra frente, a Concremat vem utilizando diversos recursos da solução Autodesk AutoCAD Map 3D para subsidiar o desenvolvimento de seus projetos de linha de transmissão. O AutoCAD Map 3D é um software de planejamento e gerenciamento de infraestruturas incluído na assinatura do AutoCAD e da AEC Collection. A solução se baseia em modelos e proporciona um amplo acesso a dados CAD e GIS, auxiliando o usuário a fundamentar suas decisões de projeto e gerenciamento.

 

Com a ajuda de modelos de dados, ferramentas de análise inteligentes e padrões de mercado, os profissionais de infraestrutura podem aplicar normas locais ou específicas da disciplina para aumentar a produtividade, gerenciar melhor os ativos de uma infraestrutura e assegurar a qualidade dos dados de geoprocessamento em seus projetos.

 

“A utilização do geoprocessamento em projetos de grande extensão mostrou-se relevante durante o ano 2019. Implementamos uma estratégia de utilização do AutoCAD Map 3D para controle de status de linhas de transmissão com pelo menos 35km de extensão, tornando o mapeamento do plano de ataque e de possíveis interferências de entorno mais visual e simples de ser interpretado”, revela Leonardo Factori, arquiteto da Diretoria Técnica de Integração e Processos da companhia.

 

O AutoCAD Map 3D serviu como interface para a integração da geometria do traçado com as informações do banco de dados, possibilitando trabalhar com uma grande quantidade de dados de forma mais ágil e facilitada. Após a estruturação inicial do sistema, foram implantadas melhorias que possibilitaram outras visualizações das informações contidas na linha de transmissão, como publicação do mapa em visualizador web; desenvolvimento de sistema web para atualização do mapa; e integração do banco de dados com o Power BI.

 

Planos futuros

A inovação não para por aí. A Concremat planeja agora a integração do BIM com o LEAN (metodologia para aumentar a eficiência no canteiro de obras). O BIM entraria como meio de organizar as informações e colocar isso no campo de forma que possa ser integrado e utilizado. “Trata-se da utilização conjunta das duas metodologias. Seria utilizar o BIM para maximizar os ganhos do LEAN e, para isso, passaremos a planejar projetos integrando conceitos e ferramentas das duas metodologias”, afirma Guilherme Borges, coordenador de engenharia da Diretoria Técnica de Integração e Processos da companhia.

Além disso, neste ano de 2020, a empresa iniciou seus primeiros contatos com o conceito de Digital Twins através do Autodesk Forge, sendo a única empresa brasileira de engenharia a participar dos dois Autodesk Forge Accelerator online realizados até aqui. “Sem dúvida, participar desses eventos foi muito importante para a nossa entrada no mundo dos Digital Twins e contribuiu bastante para os avanços que tivemos até aqui”, comenta Praxedes.

 

*Segundo a última edição do levantamento anual “500 Grandes da Construção – Ranking da Engenharia Brasileira”, promovido pela revista O Empreiteiro.

A.Furcolin conecta natureza e tecnologia com plataforma Autodesk

Empresa de Paisagismo é pioneira na utilização de BIM no Brasil.

Como seria um projeto de paisagismo em que todos os detalhes das espécies envolvidas, bem como informações de manutenção pudessem ser associadas à tecnologia? O tradicional escritório de paisagismo A. Furcolin, baseado na região de Campinas, tem respondido esta pergunta por meio de projetos cada vez mais sofisticados ao ser pioneiro no uso da metodologia BIM (Building Information Modeling).

Mais do que isso, a pergunta que a equipe do A. Furcolin fez é: por que ninguém está fazendo isso ainda, uma vez que a tecnologia interfere na qualidade de cada projeto.

A empresa foi fundada há 40 anos pelo engenheiro agrônomo Alexandre Furcolin que logo entendeu que a associação com a arquitetura era inevitável. Os projetos iniciais eram jardins simples, mas com o passar do tempo a empresa conquistou contratos de maior escala como revitalização de praças e áreas verdes de condomínios tanto residenciais, quanto comerciais.

A princípio, a ferramante usada era o AutoCAD. Anos depois, seu filho Andre, ao concluir o curso de arquitetura, entendeu que o uso de tecnologia avançada poderia trazer um diferencial para a empresa e propôs a utilização do Autodesk Revit e Dynamo.

A mudança de chave não foi simples, porém foi bem recebida pela equipe do escritório. Andre, que hoje encabeça a frente de desenvolvimento tecnológico e Paula Pereira, coordenadora de BIM da empresa criaram um treinamento interno, específico para o desenvolvimento de projetos associados à botânica e arquitetura externa. O treinamento foi aplicado durante três meses e serviu, além de capacitar a equipe no uso do BIM, para desmistificar que os modelos em 3D pudessem diminuir a expressão artística que é característica dos trabalhos da empresa.

“O uso do BIM aumentou em 70% a carga de informações técnicas apresentadas, além de aumentar o domínio dos profissionais sobre as técnicas e soluções”, afirma Paula.

De acorco com a profissional, o uso do BIM facilita a missão de reconectar pessoas com jardins produtivos, que não são apenas ornamentais.

“Além do Revit, que nos permite modelar e quantificar tudo de forma muito eficiente, o Dynamo nos ajuda a cruzar informações que nos permite análises mais precisas, como informações detalhadas sobre as espécies, necessidade de irrigação e incidência solar de cada uma, análise de ventos e informações do solo”, conclui Andre.

A equipe de arquitetos da empresa, que conta com sete pessoas, criou uma biblioteca BIM que inclui detalhes de mais de 500 espécies vegetais, tais como tamanho, origem, clima, período de floração, fotos, entre outros diversos detalhes. O próximo passo será incluir o peso de cada espécie a fim de possibilitar cálculos estruturais que considerem o peso do jardim sobre lajes, além de verificar a interferência de suas raízes com projetos hidráulicos, por exemplo, tornando a contabilização entre equipes mais eficiente.

A empresa vai muito além no que se trata do aproveitamento das tecnologias existentes. Além do uso pioneiro do Autodesk Revit para esse fim no Brasil, eles utilizam Drones como apoio para diversos fins no desenvolvimento dos projetos e usam realidade virtual para que os clientes possam experimentar o jardim ainda na etapa de projeto. Outro passo é a criação de um laboratório de tecnologia dentro da A. Furcolin para testar novas técnicas e soluções. Neste laboratório serão incluídos diversos recursos, como impressão 3D e recursos para analises vegetais.

O resultado é que há três anos a empresa cresce exponencialmente por conta do uso da tecnologia.

“Nossos clientes ficam impressionados com os resultados e isso significa um aumento de possibilidades para a empresa em diversos sentidos”, diz Paula.

“O principal desafio que enfrentamos é conscientizar e engajar nossos parceiros no uso do BIM para tornar nossos projetos mais eficientes no que diz respeito ao uso de tecnologias inovadors nas outras esferas, como outros projetos complementares, obra e manutenção dos jardins”, conclui a arquiteta.

“Nós da Autodesk ficamos cada vez mais impressionados com a forma que nossos clientes aplicam a tecnologia para melhorar suas atividades e encantar seus clientes. Afinal, no final do dia são eles que vão ter o beneficio que propomos com nossas soluções. O uso do BIM para paisagismo é uma aplicação inédita no Brasil e certamente oferece um diferencial para a A. Furcolin”, afirma Pedro Soethe, líder do time técnico da Autodesk Brasil.

VZ&CO realiza 99% dos seus projetos usando a tecnologia Autodesk Revit

 

Para se manter ativa e relevante no mercado em que atua há 20 anos, o escritório de arquitetura comercial Vera Zaffari & Co, o maior da região sul do Brasil, adotou a transformação digital como bandeira para o seu negócio, a fim de melhorar processos que impactem positivamente na percepção dos seus clientes. Hoje, 99% dos seus projetos são criados com a metodologia BIM (Building Information Modeling), usando o Autodesk Revit, software com recursos para arquitetura, estruturas e instalações.

Em 2013, a empresa optou pela aplicação do BIM, baseado nas ferramentas da      Autodesk, para acompanhar o ritmo de expansão dos seus clientes e tornar os projetos mais didáticos ao apresentar para pessoas sem conhecimento técnico. Para esta mudança de chave foi feito um estudo preliminar que elegeu como a melhor solução o Autodesk Revit. Foram feitas reuniões de sensibilização da equipe e treinamentos para que todos se adaptassem ao novo formato de trabalho.

Um dos resultados é que nos últimos cinco anos, o escritório já planejou e executou mais de 500 mil m² em 180 projetos, a maioria no setor de varejo.

“Desta forma conseguimos conscientizar e unir todos os parceiros responsáveis pelas mais diversas disciplinas, como projetistas estruturais, elétricos, entre outras”, afirma Graciela Harb Zaffari, gerente de projetos da empresa. Segundo ela, o grupo entende que trabalhar em uma plataforma única trazia vantagens, especialmente para o setor de varejo que exige rapidez na elaboração e execução de projetos.

“Outra vantagem que o projeto em BIM traz é poder estudar com maior agilidade opções o layout da loja a fim de dispor produtos, planejar posicionamento de mobiliário e planejar fluxo de clientes de forma a ser mais assertiva para uma loja de roupas e acessórios, por exemplo”, explica Graciela.

De acordo com Graciela, apenas intervenções específicas são feitas no AutoCAD – programa de Desenho Assistido por Computador – CAD (do inglês: computer aided design) em 2D. Geralmente pequenas intervenções que não justificam o uso de modelagem paramétrica.

Assim, a equipe da Vera Zaffari & Co conta com projetos mais assertivos e com menos falhas, o que traz um incremento para a qualidade do que é entregue ao cliente. Com o uso do Autodesk Dynamo, ferramenta desenvolvida para estender as funcionalidades do Autodesk Revit, é possível integrar projetos com mais inteligência.

Para o futuro, a empresa pretende catequisar o mercado a usar o benefício do BIM na manutenção dos espaços projetados e construídos e na conservação dos ambientes.

Hoje, a equipe da VZ&CO já lança mão de ferramentas como o BIM 360 Docs e o BIM 360 Design para tornar os projetos mais ágeis, especialmente neste momento de distanciamento social, em que projetos na nuvem são estratégicos.

Outra expectativa é explorar a inteligência artificial que as ferramentas de projeto generativo do pacote de ferramentas AEC Collection oferece para tornar os projetos cada vez mais ágeis e com mais possibilidades. As soluções da coleção dão suporte a projetos de arquitetura, engenharia e construção, desde o início do projeto até a construção.

“Entendemos que nossos clientes buscam a tecnologia Autodesk para oferecerem cada vez mais em um mercado altamente competitivo e ficamos orgulhosos quando alcançam os seus objetivos e se destacam”, afirma Ricardo Bianca, especialista técnico senior da Autodesk Brasil.

Autodesk promove condições especiais para profissionais independentes de Mídia e Entretenimento

Film animations created in 3ds Max by China based ou Xuanji Science & Technology Information Corporation

 

Pensando em ajudar profissionais independentes, recém-formados ou mesmo entusiastas amadores do setor de animação no Brasil,

a Autodesk anuncia um programa que oferece condições especiais para que este grupo tenha acesso ao Autodesk Maya e Autodesk 3Ds Max, plataformas que são referência nessa indústria no mundo todo.

A indústria de animação no Brasil  movimenta cerca de R$ 4 bilhões, de acordo com dados do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Por isso, a Autodesk entende que há uma grande oportunidade para capacitar os profissionais deste setor com acesso à tecnologia, afinal essa indústria tem potencial para crescimento nos próximos anos e pode gerar milhares de empregos.

O programa, batizado de Maya Indie, oferece a versão completa dos produtos por um valor promocional, desde que o usuário se encaixe em um dos pre-requisitos abaixo:

– Profissionais cuja receita bruta anual não ultrapasse 50 mil dólares

– A licença não pode ser usada em nenhum projeto cuja receita ultrapasse 100 mil dólares

– Será concedida uma licença por usuário ou organização

Com esses produtos, o usuário pode ter acesso às melhores soluções em renderização, sombreamento, gráficos animados, efeitos, animação, entre outros recursos.

Para saber se você é elegível para o programa, acesse este link.

Mais informações podem ser encontradas neste site.

 

Autodesk discute estratégias para implementação do BIM no Brasil em evento do Governo Federal

A Autodesk Brasil participou esta semana como convidada de um evento on line com a Frente Parlamentar do BIM (Building Information Modeling) para discutir estratégias de implementação da metodologia no País. Esta metodologia será adotada como pré-requisito à contratação de obras de infraestrutura federais a partir de 2021, de acordo com o decreto nº 10.306, assinado em 2 de Abril de 2020.

O evento conduzido pelo coordenador-executivo da Frente Parlamentar do BIM, Washington Luke. Também contou com a participação do deputado federal Hildo Rocha, Presidente da Frente Parlamentar do BIM: Fernanda Elias, coordenadora da Secretaria Executiva do Ministério da Infraestrutura; Sylvio Mode, presidente da Autodesk Brasil entre outros porta-vozes relevantes para a discussão do tema.

Sylvio Mode abordou como a tecnologia de ponta aplicada a obras civis pode ser estratégica para a retomada do crescimento econômico do País. O executivo também destacou que a empresa tem ajudado instituições privadas e governos nas esferas municipais, estaduais, e em alguns órgãos federais, já há mais de uma década, na adoção da metodologia como forma de garantir o melhor nível de eficiência e transparência no gerenciamento de obras civis.

O BIM é uma metodologia de projetos e construção na indústria de engenharia civil e arquitetura que tem representado nos últimos anos um expressivo crescimento na sua adoção e desenvolvimento, pois é uma das grandes inovações no setor para aumentar a sua produtividade, qualidade dos projetos e construção além de economia.

Há dados em relação ao sucesso da aplicação desta metodologia. Para se ter uma ideia, o governo do Reino Unido tornou o BIM mandatório em 2016 e desde então tem tido economia de 20% nos custos de obra além de maior transparência e controle sobre obras licitadas e contratadas.

Pela experiência de quem já adotou a metodologia, o BIM permite redução de até 20% nos custos de uma construção, do projeto à manutenção pós obra, o que é estratégico tanto na elaboração de projetos quanto no acompanhamento e fiscalização dando mais transparência ao processo.

A indústria de construção tem um dos maiores índices de perda (30%) e responsável por grande parte (25%) de todo o lixo do planeta. A metodologia BIM certamente ajuda a reduzir esses números por oferecer um planejamento mais assertivo e com mais acuracidade para cada projeto em que é aplicada.

A Frente Parlamentar do BIM, criada em 2019, defende a importância estratégica da adoção do BIM para o Brasil como forma de acelerar projetos de infraestrutura e consequentemente a melhoria de vida da população.

O Link da gravação do evento pode ser encontrado neste link.

 

RAC Engenharia entrega Centro Hospitalar da Fiocruz, para pacientes de Covid-19, em tempo recorde de dois meses

Há quase 20 anos no mercado, a RAC Engenharia S.A de Curitiba, Paraná, referência em construções sustentáveis – foi desafiada a entregar, em caráter emergencial, um Centro Hospitalar à Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz), em Manguinhos, Rio de Janeiro-RJ, para atender pacientes com Covid-19. Para que a construção fosse possível no tempo recorde de dois meses, a empresa utilizou o software Autodesk Revit que permite maior agilidade e assertividade a processos construtivos. O hospital foi projetado e construído em 50 dias. A unidade, inaugurada em maio, conta com 200 leitos para tratamento intensivo e semi-intensivos.

“Essa foi uma obra de grande complexibilidade e só conseguimos entregá-la neste prazo, porque usamos a plataforma BIM e o Autodesk Revit para desenvolver toda a arquitetura e projetos complementares. Com essa tecnologia é possível criar a estrutura da edificação e todos os seus sistemas complementares, como hidráulica, elétrica, tubulações de gás e ar condicionado, por exemplo. A solução nos permite desenvolver projetos muito mais completos de uma forma mais rápida”, afirma Ricardo Cansian, sócio fundador da RAC Engenharia.

Com uma equipe de 22 profissionais na área de projetos em BIM, a construtora conseguiu maior integração entre eles, já que o software funciona como um sistema colaborativo, em que especialistas de diferentes áreas podem acessar à planta ao mesmo tempo para inserir informações e realizar alterações sem causar conflito no projeto. O Revit trabalha com todos os elementos de um projeto de forma sincronizada.

O software também possibilita incluir no projeto informações adicionais, tal como materiais a serem utilizados na, tipo de revestimentos e pinturas, entre outras. E permite a detecção de interferências no andamento da obra.

Dentro do hospital além dos leitos, a RAC Engenharia pôde entregar um pequeno centro cirúrgico e um laboratório para realização de exames nos pacientes. “Por conta do BIM, conseguimos adequar a necessidade da criação destes ambientes paralelamente a execução da obra”, conta Cansian.

Cláudio Pinto, diretor de vendas da Autodesk explica que o Revit veio para mudar o processo de design e modelagem de projetos arquitetônicos. “O software oferece aos engenheiros estruturais as ferramentas de que eles precisam para projetar os projetos de construção e infraestrutura, por meio de um processo simples, colaborativo, de alta qualidade e flexibilidade. É o que tem de mais inovador no mercado”, afirma.

 

DNIT e Autodesk assinam acordo de colaboração técnica em BIM

A Autodesk Brasil e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) assinaram na última sexta-feira, 31 de julho, um acordo de colaboração técnica para promover mútua cooperação e promover ações para fomento à implantação de melhorias na gestão de projetos e de obras públicas, por meio da utilização do BIM (Modelagem da Informação da Construção).

Hoje o DNIT tem 56 mil quilômetros de estradas e rodovias, 28 mil km de ferrovias e hidrovias para gerenciar, ampliar e melhorar.

“O BIM é um dos objetivos estratégicos do órgão, que participa do Comitê de Implementação do BIM do governo federal e do Ministério de Infraestrutura, como forma de prover à população brasileira um processo melhorado para conectar este país que tem uma diversidades enorme de desafios de mobilidade”, afirma Pedro Soethe.

Soethe é o líder do time técnico da Autodesk Brasil e irá trabalhar diretamente com a equipe da Diretoria de Planejamento e Pesquisa da DNIT com o objetivo de promover um cronograma de ações para os próximos 2 anos, que irão culminar no cumprimento das metas estabelecidas no acordo.

A cooperação visa assegurar a implementação efetiva do BIM, baseada em três pilares:  Politica (Pessoas), Processos e Tecnologia. Sendo assim, as instituições definiram as metas abaixo para para atingir estes objetivos:

  • Elaboração de Guia de Projetos de estradas usando o BIM
  • Operação assistida para projetos de infraestrutura rodoviária.
  • Estruturação de templates, relatórios e objetos paramétricos
  • Realização de eventos técnicas (Workshops)
  • Apresentação dos resultados para a população

O documento foi assinado entre o Diretor de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello e o presidente da Autodesk Brasil, Sylvio Mode. Este acordo traz todo o conhecimento de implementação do BIM que a Autodesk tem no Brasil e no mundo entre diversas instituições, públicas e privadas.

O BIM é uma metodologia de projetos e construção na indústria de engenharia civil e arquitetura que tem representado nos últimos anos um expressivo crescimento na sua adoção e desenvolvimento, pois é uma das grandes inovações no setor para aumentar a sua produtividade, qualidade nos projetos e na construção além de economia no tempo de execução e no custo.

Os dados não mentem em relação ao sucesso da aplicação desta metodologia. Para se ter uma ideia, o governo do Reino Unido tornou o BIM mandatório em 2016 e desde então tem tido economia de 20% nos custos de obra além de maior transparência e controle sobre obras licitadas e contratadas.

Vale lembrar que a Autodesk Brasil tem ajudado instituições privadas e governos na esfera municipal, estadual, e em alguns órgãos federais, já há uma década, na adoção da  metodologia, como forma de garantir melhor nível de eficiência e transparência no gerenciamento de obras civis.

Pela experiência de quem já adotou a metodologia, o BIM permite redução de até 20% nos custos de uma construção, do projeto à manutenção pós obra, o que é estratégico tanto na elaboração de projetos quanto no acompanhamento e fiscalização dando mais transparência ao processo.

O Brasil prepara-se para adotar a metodologia BIM (Building Information Modeling) como pre-requisito à contratação de obras de infraestrutura federais a partir de 2021, de acordo com o decreto nº 10.306, assinado em 2 de Abril de 2020.